sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Plural

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Você nunca precisou bater, sempre pôde entrar quando bem quisesse e entendesse, mesmo assim nunca veio, sequer notou que era bem vinda e que eu te esperava.

Agora você se lamenta pelo erro que cometeu, não aceita ter errado, prefere não acreditar que foi ingenua, idiota; queixa-se da vida, generaliza conceitos, não se assume incompetente pro amor.

Apesar de tudo lhe desejo uma trajetória feliz, e embora não tenha tido a oportunidade de te conhecer, ou de ao menos saber quem você é de verdade, desejo que seu recomeço seja menos doloroso e mais sóbrio.

Só não te ofereço o ombro e a alegria do reencontro, afinal, você não os merece e hoje vejo que nunca mereceu, aliás, acho que a indiferença lhe cai muito bem.

Devolver gentilezas e retribuir carinho, definitivamente não fazem parte do seu cotidiano; e sua indiferença e apatia demosntram claramente isso. Por isso, Adios!

2 comentários:

Lápis e Papel

Que fora!!!
As vezes se ama tanto que se torna incompetente mesmo!! Mas a incompetência não significa desamor... As vezes se espera em vão... Talvez esse raciocínio tenha a deixado INCOMPETENTE...

Viva.

A indiferença é o castigo mais cruel que alguém pode ofertar.

 
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