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domingo, 17 de outubro de 2010

In blum...

domingo, 17 de outubro de 2010 2

Muitas pessoas preferem  esconder seus erros e brincar de viver; e o que é pior, escolhem brincar com que há de mais sagrado: O amor, o respeito, e a confiança que lhe devotam; elas brincam com as emoções alheias, desconsideram as pessoas,  estabelecem vínculos, juram fidelidade, "exigem" o respeito e a dedicação de todos, mas  em  oculto,  zombam silenciosamente das pessoas que lhes creditam esses sentimentos. 

 Ademais,  quando bem entendem  e lhes apraz   elas mudam o rumo, a trilha, a rota... Elas se vão, viram as costas sem sequer  pedir desculpas, o dizer um muito obrigado,  ou mesmo um Adeus... Desconsideram e ignoram as emoções dos que lhe cercam, relevam o carinho, a amizade  e o respeito que lhe dedicaram; e não satisfeitas,  ainda  apregoam do alto da sua soberba que seu desrespeitoso silêncio  denota superioridade... 

Não sou, e nunca serei superior a ninguém. E, embora saiba que na escala de valores e  ambições dessas pessoas eu não valha muito, ou  sequer  seja  merecedor do seu respeito e consideração; ao menos uma coisa lhes garanto: Não me faltam coragem pra botar a cara pra  bater, e tampouco sinceridade e argumentos pra defender o que penso.Tenho pena dessas pessoas e da forma como são conduzidas e manipuladas pela futilidade de que lhes cerca. 

Sou falho, humano, imperfeito, mas digno...

Caráter , humildade, e respeito às pessoas,  nunca me faltarão. E disso me orgulho, admitam elas ou não.

sábado, 13 de março de 2010

É por aí.

sábado, 13 de março de 2010 0

Sinto de vez em quando uma necessidade imensa de verbalizar ou escrever sobre as mais loucas viagens e delírios que me vêm à cabeça, ainda que daqui a algumas horas nem eu mesmo saiba sobre o que falei, à que me referia, o que queria dizer...

Afinal, se fosse buscar algum sentido , ou querer que algo lógico e inteligível me instigasse a escrever alguma coisa, jamais teria escrito uma linha sequer.

Por isso, não me pergunte sobre o que escrevo, mas apenas me ignore, viva e me deixe viajar, abstrair o quanto eu quiser; acho que tenho esse direito.
 
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